Uma menina de seis anos morreu após ser atropelada por um foragido da Justiça, nesta terça-feira (28), em Campo Grande. Segundo registro da ocorrência na Polícia Civil, o homem, em uma motocicleta, estava sendo perseguido por policiais civis e atropelou a garota de propósito, para atrasar a equipe. (Foto: Magno Henrique Martins dos Santos, 29 anos, alega que estava buscando a filha na escola quando começou a ser perseguido por equipe da Polícia Civi)
De acordo com Companhia Independente de Policiamento de Trânsito da Capital (Ciptran), o acidente aconteceu por volta das 17h30 (horário de MS), na rua Jaime Cerveira, no bairro Parque Iguatemi, região do Nova Lima.
A Polícia Civil não informou como começou a perseguição. Testemunhas relataram que o homem teria jogado a motocicleta propositalmente na direção da criança, para que os policiais tivessem que parar para prestar ajuda. A criança chegou a ser socorrida e morreu na Santa Casa de Campo Grande, às 23h20. (Foto: Rayane de Amorim Piccelli Pereira não resistiu aos ferimentos)
Após o atropelamento, o suspeito fugiu do local. De acordo com informações da 2ª delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, ele já foi detido. O suspeito seria foragido da justiça e teria uma extensa ficha criminal.
Durante a noite de terça-feira e o início da manhã desta quarta-feira, foram registrados 25 acidentes em Campo Grande. Com a morte da menina, o Placar da Vida na cidade voltou a ser zerado. O placar foi instalado pela Agência Municipal de Trânsito (Agetran), em 11 de maio de 2011, para indicar os dias sem mortes no trânsito. G1
Gritos Inocentes
Histórias repugnantes de pequeninos, inocentes, indefesos, violentados justamente por aqueles que deveriam dedicar-lhes amor, carinho e proteção
quinta-feira, 1 de março de 2012
SP: Bebê é abandonado em carrinho de supermercado
A menina de cerca de 2 meses de idade encontrada no corredor de um supermercado na Zona Norte de São Paulo ficará internada pelo menos até quinta-feira (1º). Ela foi levada para o Hospital Cachoeirinha, onde recebeu atendimento médico e está em boas condições de saúde. Ela permanecerá em observação. (Foto Terra: A menina foi encontrada por funcionários dentro de um carrinho de supermercado na zona norte de SP)
SAIBA MAIS
. Bebê é encontrado em supermercado na Zona Norte de SP
A criança foi encontrada por funcionários do estabelecimento, que fica no bairro de Lauzane Paulista, por volta das 19h. Ela estava enrolada em uma manta, em um cesto que foi colocado dentro de um carrinho do supermercado.
Quando sair do hospital, o bebê deve ficar sob os cuidados do Conselho Tutelar. A polícia deve analisar as gravações do circuito interno de segurança do supermercado para tentar identificar quem abandonou a criança. G1 e Terra
SAIBA MAIS
. Bebê é encontrado em supermercado na Zona Norte de SP
A criança foi encontrada por funcionários do estabelecimento, que fica no bairro de Lauzane Paulista, por volta das 19h. Ela estava enrolada em uma manta, em um cesto que foi colocado dentro de um carrinho do supermercado.
Quando sair do hospital, o bebê deve ficar sob os cuidados do Conselho Tutelar. A polícia deve analisar as gravações do circuito interno de segurança do supermercado para tentar identificar quem abandonou a criança. G1 e Terra
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
TRISTEZA E SAUDADES DO FILHO ÚNICO: Pai diz que andou de jet ski para satisfazer filho que morreu em acidente em represa em Ribeirão Pires
O pai do menino de 9 anos que morreu em um acidente envolvendo um jet ski no domingo (26) em uma represa em Ribeirão Pires, no ABC, disse em entrevista ao jornalista César Tralli que só pilotou o equipamento para satisfazer o filho. O menino estava em uma boia que era puxada pelo pai no jet ski. A criança morreu depois que o bote bateu em uma pilastra de uma ponte na represa. A entrevista foi exibida no Bom Dia São Paulo desta quarta-feira (29). (Foto: os pais (esq) inconsoláveis com a perda de seu único filho)
“Ele queria ir de qualquer maneira. Alguma coisa pedia que eu não fosse, mas eu atendi o pedido dele”, afirmou Antonio Edvan Moreira de Carvalho, pai de Mitchill Guilherme Pereira de Carvalho, que morreu no acidente. “Eu não queria fazer aquilo, não queria puxar ele, mas ele insistiu. Às vezes você vai fazer o gosto do filho e acaba fazendo uma besteira sem saber.”
“Se pudesse retroceder no tempo, ou ainda que pudesse avançar, eu avançaria pra passar essa fase”, disse o pai. Ele e a mulher estão hospedados na casa de parentes em Praia Grande, na Baixada Santista. Uma alternativa para tentar superar a perda do filho.
Segundo o casal, o menino adorava água, e insistiu pelo passeio. Carvalho arranjou um bote e um jet ski emprestados. Ele contou que tinha andado no equipamento apenas uma vez antes, e admitiu que tinha noção de que era necessário ter habilitação para pilotar o equipamento em praias. “Se eu falar que eu sabia que tinha que usar em represa, essas coisas assim, eu estou mentindo.”
No jet ski, Carvalho amarrou uma corda para puxar o bote inflável com o filho e um primo a bordo. Ele contou que não estava em alta velocidade, e que tinha bebido meia lata de cerveja.
A diversão durou menos de dez minutos. O acidente aconteceu quando a família passava sob uma ponte que corta a represa. “Eu acredito que tenha sido a marola do outro jet, que tinha passado no sentido contrário. eu acredito que tenha sido isso”, afirmou o pai.
O bote bateu em uma das pilastras. “Eu vi bater, o meu sobrinho caiu para fora da boia e ele [o filho] ficou caído dentro do bote. Eu liguei o jet ski de novo, voltei, puxei ele para cima do jet ski e o meu sobrinho, tomei rumo à margem, coloquei ele no carro e nós fomos pro hospital. O coração dele batia, mas ele não resistiu”, contou o pai, emocionado.
Antonio foi iniciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas disse que não haverá punição maior do que já se sentir em um cárcere de remorso e culpa. Ele chegou a ser preso, mas pagou fiança. Carvalho não tinha habilitação para guiar o equipamento. G1
“Ele queria ir de qualquer maneira. Alguma coisa pedia que eu não fosse, mas eu atendi o pedido dele”, afirmou Antonio Edvan Moreira de Carvalho, pai de Mitchill Guilherme Pereira de Carvalho, que morreu no acidente. “Eu não queria fazer aquilo, não queria puxar ele, mas ele insistiu. Às vezes você vai fazer o gosto do filho e acaba fazendo uma besteira sem saber.”
“Se pudesse retroceder no tempo, ou ainda que pudesse avançar, eu avançaria pra passar essa fase”, disse o pai. Ele e a mulher estão hospedados na casa de parentes em Praia Grande, na Baixada Santista. Uma alternativa para tentar superar a perda do filho.
Segundo o casal, o menino adorava água, e insistiu pelo passeio. Carvalho arranjou um bote e um jet ski emprestados. Ele contou que tinha andado no equipamento apenas uma vez antes, e admitiu que tinha noção de que era necessário ter habilitação para pilotar o equipamento em praias. “Se eu falar que eu sabia que tinha que usar em represa, essas coisas assim, eu estou mentindo.”
No jet ski, Carvalho amarrou uma corda para puxar o bote inflável com o filho e um primo a bordo. Ele contou que não estava em alta velocidade, e que tinha bebido meia lata de cerveja.
A diversão durou menos de dez minutos. O acidente aconteceu quando a família passava sob uma ponte que corta a represa. “Eu acredito que tenha sido a marola do outro jet, que tinha passado no sentido contrário. eu acredito que tenha sido isso”, afirmou o pai.
O bote bateu em uma das pilastras. “Eu vi bater, o meu sobrinho caiu para fora da boia e ele [o filho] ficou caído dentro do bote. Eu liguei o jet ski de novo, voltei, puxei ele para cima do jet ski e o meu sobrinho, tomei rumo à margem, coloquei ele no carro e nós fomos pro hospital. O coração dele batia, mas ele não resistiu”, contou o pai, emocionado.
Antonio foi iniciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas disse que não haverá punição maior do que já se sentir em um cárcere de remorso e culpa. Ele chegou a ser preso, mas pagou fiança. Carvalho não tinha habilitação para guiar o equipamento. G1
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
MT: Quase 100 crianças indígenas morrem em 1 ano por falta de assistência médica e condições sanitárias mínimas
Em 2011, 89 crianças indígenas de até quatro anos morreram, vítimas de desnutrição e falta de condições sanitárias em Mato Grosso. Mortes que poderiam ter sido evitadas se houvesse um melhor acompanhamento do poder público. O entendimento é do deputado Percival Muniz (PPS), que em sessão realizada na última terça-feira (14) sugeriu que a Assembléia Legislativa realize uma audiência pública para apurar responsabilidades e cobrar ações de prevenção e combate à mortalidade infantil nas comunidades indígenas.
“O Estado não pode aceitar, passivamente, que isso continue, pois mancha a imagem do Estado e envergonha a todos”, disse. O número de vítimas faz parte de um relatório da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde (MS).
Conforme o deputado, o documento mostra que os óbitos teriam ocorrido na comunidade Xavantes, próximo ao município de Campinápolis (658 quilômetros ao Oeste de Cuiabá). Em 2010, a falta de assistência teria causado a morte de 60 crianças indígenas. “De um ano para o outro o aumento foi de mais de 40%”.
O deputado lembrou que o Estado tem uma população indígena relativamente pequena, que deve ser tratada com mais respeito e que precisa de apoio para que as mortes por desnutrição, falta de condições sanitárias e de assistência na área de saúde sejam evitadas.
Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério da Saúde (MS) garantiu que houve redução de 68% nos óbitos de janeiro a dezembro de 2011 entre crianças na faixa etária de zero a quatro anos. O número caiu de 19 (janeiro) para seis (dezembro), totalizando os 89 óbitos desta faixa etária.
O órgão federal, porém, não tem dados comparativos de 2010, visto que a Sesai assumiu a gestão da Saúde indígena em 19 de outubro de 2010. “Mas há redução gradativa no número de óbitos”, reforçou. A causa das mortes, segundo o ministério, em mais da metade teve como causa doenças do aparelho respiratório (25) e endócrinas (23).
Conforme o MS, a queda é resultado do aumento da vigilância epidemiológica constante que começou no Distrito Sanitário Indígena (Dsei) Xavante desde que assumiu a gestão da saúde indígena, inclusive com a contratação de 143 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, nutricionistas, dentistas, agentes indígenas de saúde e saneamento.
Com relação ao atendimento, os casos que não podem ser resolvidos nos pólos-base espalhados nas aldeias são encaminhados pelas equipes aos municípios de referência ou para as Casas de Saúde Indígena (Casai) de Aragarças ou Campinápolis. Em 2011, foram realizados 3.321 atendimentos nas duas Casais, além de 4.638 na rede SUS (Sistema Único de Saúde).
No Estado, há cerca de 20 mil xavantes, distribuídos em nove terras indígenas. Muniz sugeriu ainda que a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo à Criança, ao Adolescente e ao Idoso, juntamente com outros deputados, faça uma visita às comunidades indígenas para verificar in loco a situação em que se encontram. Diário de Cuiabá
“O Estado não pode aceitar, passivamente, que isso continue, pois mancha a imagem do Estado e envergonha a todos”, disse. O número de vítimas faz parte de um relatório da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde (MS).
Conforme o deputado, o documento mostra que os óbitos teriam ocorrido na comunidade Xavantes, próximo ao município de Campinápolis (658 quilômetros ao Oeste de Cuiabá). Em 2010, a falta de assistência teria causado a morte de 60 crianças indígenas. “De um ano para o outro o aumento foi de mais de 40%”.
O deputado lembrou que o Estado tem uma população indígena relativamente pequena, que deve ser tratada com mais respeito e que precisa de apoio para que as mortes por desnutrição, falta de condições sanitárias e de assistência na área de saúde sejam evitadas.
Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério da Saúde (MS) garantiu que houve redução de 68% nos óbitos de janeiro a dezembro de 2011 entre crianças na faixa etária de zero a quatro anos. O número caiu de 19 (janeiro) para seis (dezembro), totalizando os 89 óbitos desta faixa etária.
O órgão federal, porém, não tem dados comparativos de 2010, visto que a Sesai assumiu a gestão da Saúde indígena em 19 de outubro de 2010. “Mas há redução gradativa no número de óbitos”, reforçou. A causa das mortes, segundo o ministério, em mais da metade teve como causa doenças do aparelho respiratório (25) e endócrinas (23).
Conforme o MS, a queda é resultado do aumento da vigilância epidemiológica constante que começou no Distrito Sanitário Indígena (Dsei) Xavante desde que assumiu a gestão da saúde indígena, inclusive com a contratação de 143 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, nutricionistas, dentistas, agentes indígenas de saúde e saneamento.
Com relação ao atendimento, os casos que não podem ser resolvidos nos pólos-base espalhados nas aldeias são encaminhados pelas equipes aos municípios de referência ou para as Casas de Saúde Indígena (Casai) de Aragarças ou Campinápolis. Em 2011, foram realizados 3.321 atendimentos nas duas Casais, além de 4.638 na rede SUS (Sistema Único de Saúde).
No Estado, há cerca de 20 mil xavantes, distribuídos em nove terras indígenas. Muniz sugeriu ainda que a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo à Criança, ao Adolescente e ao Idoso, juntamente com outros deputados, faça uma visita às comunidades indígenas para verificar in loco a situação em que se encontram. Diário de Cuiabá
Menina de 3 anos morre após ser atropelada por jet ski em Bertioga (SP)
Uma garota de três anos morreu ontem (18) após ser atropelada por um jet ski na praia de Guaratuba, em Bertioga (103 km de SP). (Foto: Criança de 3 anos brincava com a mãe na areia quando foi atingida)
Grazielly Almeida Lames tinha vindo de Artur Nogueira (145 km de SP) para passar o Carnaval na cidade. Ela brincava na areia com a mãe quando foi atingida na cabeça pelo jet ski em alta velocidade.
Testemunhas relataram que um adolescente que teria entre 12 e 14 anos dirigia o jet ski.
O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu.
Segundo a polícia, o adolescente que conduzia o jet ski abandonou o veículo, fugiu com o pai e não foi detido.
A família do adolescente, que tem casa no mesmo condomínio que estavam hospedados os parentes de Grazielly, teria saído do local de helicóptero. A polícia disse que chegou a procurá-los, mas a casa estava vazia.
Em um vídeo postado no Youtube, a garota aparece momentos antes do acidente, brincando na praia. Folha
Grazielly Almeida Lames tinha vindo de Artur Nogueira (145 km de SP) para passar o Carnaval na cidade. Ela brincava na areia com a mãe quando foi atingida na cabeça pelo jet ski em alta velocidade.
Testemunhas relataram que um adolescente que teria entre 12 e 14 anos dirigia o jet ski.
O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu.
Segundo a polícia, o adolescente que conduzia o jet ski abandonou o veículo, fugiu com o pai e não foi detido.
A família do adolescente, que tem casa no mesmo condomínio que estavam hospedados os parentes de Grazielly, teria saído do local de helicóptero. A polícia disse que chegou a procurá-los, mas a casa estava vazia.
Em um vídeo postado no Youtube, a garota aparece momentos antes do acidente, brincando na praia. Folha
Bebê de 7 meses é vítima de maus tratos e pais são suspeitos, no ES
Pai e mãe são suspeitos de agredirem a própria filha, de apenas sete meses, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. A tia da criança, revoltada, acionou o Conselho Tutelar neste sábado (18) e o bebê foi levado para o Hospital Infantil de Cachoeiro de Itapemirim (foto).
SAIBA MAIS
. Hospital em Vitória esqueceu gaze dentro de criança, diz família
. Pai é preso suspeito de abusar sexualmente das quatro filhas, no ES
Segundo a tia, que não quis ser identificada, esta é a terceira vez que a criança é levada ao hospital vítima de maus tratos. "Já tem bastante tempo que via hematomas nela. Perguntava aos pais e era sempre porque tinha caído. Hoje resolvi ir à casa da mãe. Chegando lá, ela não me deixou entrar. Pulei o portão e bati na porta da casa dela. A criança estava com o nariz sangrando, tinha sangue no olho e um monte de feridas na cabeça", conta a tia. "Pedi para levá-la ao hospital, mas a mãe não deixou. Fui embora e acionei o Conselho Tutelar", completa.
Além de marcas de agressão, a menina estava desnutrida. "O diagnóstico é de maus tratos. Essa criança está internada e vai ser melhor investigada. Faremos exames para saber se há outras fraturas. Também vamos fazer exames laboratoriais, porque ela tem um grau de desnutrição. É um caso em que a criança foi deixada de lado, quase de abandono. Ela vai ficar internada ainda por uns dez dias para tratamento", afirma o pediatra Eduardo Campos, médico que atendeu o bebê.
Os exames de lesões corporais constataram fraturas no braço, no crânio e uma marca de mordida no pé. A família da menina está chocada e revoltada com o caso. "Para mim, os dois deveriam ser presos e nunca mais serem soltos. A família está arrasada com isso", declara a tia.
O Conselho Tutelar informou que o caso já foi denunciado à Delegacia da Mulher e os envolvidos devem ser ouvidos na próxima quinta-feira (23), quando o ocorrido será comunicado ao Juizado da Infância e Juventude. G1
SAIBA MAIS
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Segundo a tia, que não quis ser identificada, esta é a terceira vez que a criança é levada ao hospital vítima de maus tratos. "Já tem bastante tempo que via hematomas nela. Perguntava aos pais e era sempre porque tinha caído. Hoje resolvi ir à casa da mãe. Chegando lá, ela não me deixou entrar. Pulei o portão e bati na porta da casa dela. A criança estava com o nariz sangrando, tinha sangue no olho e um monte de feridas na cabeça", conta a tia. "Pedi para levá-la ao hospital, mas a mãe não deixou. Fui embora e acionei o Conselho Tutelar", completa.
Além de marcas de agressão, a menina estava desnutrida. "O diagnóstico é de maus tratos. Essa criança está internada e vai ser melhor investigada. Faremos exames para saber se há outras fraturas. Também vamos fazer exames laboratoriais, porque ela tem um grau de desnutrição. É um caso em que a criança foi deixada de lado, quase de abandono. Ela vai ficar internada ainda por uns dez dias para tratamento", afirma o pediatra Eduardo Campos, médico que atendeu o bebê.
Os exames de lesões corporais constataram fraturas no braço, no crânio e uma marca de mordida no pé. A família da menina está chocada e revoltada com o caso. "Para mim, os dois deveriam ser presos e nunca mais serem soltos. A família está arrasada com isso", declara a tia.
O Conselho Tutelar informou que o caso já foi denunciado à Delegacia da Mulher e os envolvidos devem ser ouvidos na próxima quinta-feira (23), quando o ocorrido será comunicado ao Juizado da Infância e Juventude. G1
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Menina de 12 anos é estuprada em ônibus no Jardim Botânico
Uma menina de 12 anos denunciou que foi vítima de um estupro dentro de u m ônibus da linha 162 (Glória-Leblon), da Viação São Silvestre, na tarde de quarta-feira, quando o veículo passava pela Rua Jardim Botânico. Ela contou na 15ª DP (Gávea) que estava sentada no meio do coletivo quando um homem armado exigiu que fosse com ele para a parte traseira do veículo, onde o crime teria sido cometido. Na hora, só havia mais quatro passageiros: três mulheres e um homem. Duas passageiras já prestaram depoimento e disseram não ter visto a garota ser atacada. O acusado fugiu embarcando em outro ônibus. (Foto por Polícia Civil:: Câmeras de segurança mostram o momento em que o estuprador entra no ônibus e passa na roleta. Armado, criminoso pediu que ela fosse para os fundos do veículo)
Conforme o depoimento de uma das passageiras, o homem pegou o ônibus por volta das 12h30m, na esquina da Avenida Bartolomeu Mitre com a Rua Conde de Bernadote, no Leblon. A menina, que mora na Zona Sul, usava uniforme de colégio. Uma das passageiras contou que o homem ainda se sentou ao lado de uma outra mulher e tentou passar a mão na perna dela, mas ela gritou. Nesse momento, o motorista parou o coletivo e, de acordo com o delegado Fábio Barucke, da 15ª DP, o acusado desceu correndo e entrou em outro ônibus, que seguia pela Jardim Botânico no sentido São Conrado.
Menina estava com marcas no pescoço, diz delegado
Dois passageiros, um homem e uma mulher, também abandonaram o veículo na hora em que o suspeito fugiu.
— Quando ele saiu correndo do ônibus, quase foi atropelado — contou o delegado. — A menina estava muito nervosa e em estado choque, não quis falar muito. Ela foi encaminhada para uma psicóloga do estado. Também estava com marcas no pescoço.
O motorista e a trocadora já prestaram depoimento na delegacia também. A menina foi encaminhada para um hospital, onde tomou o coquetel anti-Aids. Ela fez exame de corpo de delito, mas o resultado ainda não saiu.
Agora, a Polícia Civil tentará localizar o acusado com a ajuda de imagens gravadas por câmeras instaladas dentro do ônibus. Ele é mulato, tem cerca de 1,60 metro de altura, uma cicatriz no braço direito, usava blusa vermelha e calça e seu cabelo era raspado.
Imagens de ônibus foram entregues à polícia
Nas imagens fornecidas pela empresa de ônibus à Polícia Civil, é possível ver o momento em que o homem entra no ônibus, com um copo na mão. A trocadora, que estava sentada na primeira cadeira do veículo, nesse momento vai até a roleta com ele.
Por meio da assessoria de imprensa da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor), a Viação São Silvestre informou apenas que registou o caso na delegacia e entregou as imagens gravadas para ajudar nas investigações. O delegado pediu às pessoas que tenham informações sobre o suspeito que entrem em contato com a 15ª DP, pelo telefone 2332-2905, ou com o Disque-Denúncia (2253-1177). Caso o acusado seja preso e condenado, a pena pode chegar a dez anos de reclusão. O Globo
Conforme o depoimento de uma das passageiras, o homem pegou o ônibus por volta das 12h30m, na esquina da Avenida Bartolomeu Mitre com a Rua Conde de Bernadote, no Leblon. A menina, que mora na Zona Sul, usava uniforme de colégio. Uma das passageiras contou que o homem ainda se sentou ao lado de uma outra mulher e tentou passar a mão na perna dela, mas ela gritou. Nesse momento, o motorista parou o coletivo e, de acordo com o delegado Fábio Barucke, da 15ª DP, o acusado desceu correndo e entrou em outro ônibus, que seguia pela Jardim Botânico no sentido São Conrado.
Menina estava com marcas no pescoço, diz delegado
Dois passageiros, um homem e uma mulher, também abandonaram o veículo na hora em que o suspeito fugiu.
— Quando ele saiu correndo do ônibus, quase foi atropelado — contou o delegado. — A menina estava muito nervosa e em estado choque, não quis falar muito. Ela foi encaminhada para uma psicóloga do estado. Também estava com marcas no pescoço.
O motorista e a trocadora já prestaram depoimento na delegacia também. A menina foi encaminhada para um hospital, onde tomou o coquetel anti-Aids. Ela fez exame de corpo de delito, mas o resultado ainda não saiu.
Agora, a Polícia Civil tentará localizar o acusado com a ajuda de imagens gravadas por câmeras instaladas dentro do ônibus. Ele é mulato, tem cerca de 1,60 metro de altura, uma cicatriz no braço direito, usava blusa vermelha e calça e seu cabelo era raspado.
Imagens de ônibus foram entregues à polícia
Nas imagens fornecidas pela empresa de ônibus à Polícia Civil, é possível ver o momento em que o homem entra no ônibus, com um copo na mão. A trocadora, que estava sentada na primeira cadeira do veículo, nesse momento vai até a roleta com ele.
Por meio da assessoria de imprensa da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor), a Viação São Silvestre informou apenas que registou o caso na delegacia e entregou as imagens gravadas para ajudar nas investigações. O delegado pediu às pessoas que tenham informações sobre o suspeito que entrem em contato com a 15ª DP, pelo telefone 2332-2905, ou com o Disque-Denúncia (2253-1177). Caso o acusado seja preso e condenado, a pena pode chegar a dez anos de reclusão. O Globo
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